A Maturidade Comunicativa

Conquistas materiais ou pessoais são mais facilmente alcançadas, depois que aprendemos a conquistar uma melhor comunicação.


Apesar de entendermos que, de manhã logo cedo até o final do dia, nos comunicamos milhares de vezes, seja conosco mesmo ou com outras pessoas, durante todos os segundos que perfazem essas vinte e quatro horas, será que valorizamos o tipo de comunicação que estamos transmitindo ao ponto de desejar transformá-la no melhor que possamos conseguir?


Quando trabalhamos em Recursos Humanos, esse é um dos nossos maiores focos, visto que 99% do sucesso no cumprimento das metas de uma empresa depende com exclusividade da forma como seus públicos internos e externos se comunicam.


Quando eu disse “melhor”, me referi a determinadas características positivas que objetivam esse tipo de assertividade, tema esse já trabalhado em meu livro “A Comunicação Como Estratégia de Recursos Humanos” (2.ed. São Paulo: Qualitymark, 2015), quando então juntamente a Fábio França, identificamos os diferentes tipos de comportamento, para entender qual seria a reação das pessoas frente a tais estímulos, bem como, saber se por intermédio desses, conseguiriam ou não conquistar abordagens mais eficazes:

Neste artigo, porém, desejo levantar a seguinte questão: O grau de assertividade comunicativa poderia ser relacionado com o grau de maturidade de uma pessoa?


Para responder essa questão de forma afirmativa, que é no que acredito, levanto três hipóteses, baseadas na correlação entre os verbos: ACEITAR, EVITAR e PROPOR:


1. Sim! Se ela conseguir aceitar que a vida obrigatoriamente, possui dois lados de uma só moeda, ou seja, coisas boas e coisas não tão boas e que, essas últimas devem ser interpretadas como sendo a soma do que ela é hoje. Digo isso porque são as “coisas ruins” que nos fazem agir para que tal situação se transforme em “coisas boas”. No caso, a tendência será deixá-las estáveis e, de preferência, eternas (sem ação).


2. Sim! Se ela evitar ao máximo a auto sabotagem, aprendendo a preferir a realidade (ainda que muitas vezes dolorida) do que acreditando que da ilusão virão às rápidas e eficazes soluções para as suas dificuldades concretas.


3. Sim! Se ela se propuser a escalonar pelo caminho da conquista de seus desejos por intermédio do esforço, dedicação e disciplina próprias investindo em aprendizagem e humildade suficientes, para que consiga fazer acontecer, no tempo certo de acontecer.


Mas e você? No que acredita? Vamos nos comunicar?!

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